Pense nas situações em que o inglês aparece na sua rotina: uma reunião, uma apresentação, um e-mail delicado, uma conversa com um cliente. Cada situação exige muito mais do que saber regras gramaticais.
O trabalho de ensino ganha sentido quando parte dessas experiências. O vocabulário deixa de ser abstrato e passa a estar ligado ao que a pessoa realmente precisa dizer.
Uma aula individual permite começar pelo contexto do aluno. Isso não significa dispensar a base do idioma; significa usá-la para resolver desafios concretos, respeitando o ritmo e o ponto de partida de cada pessoa.
Não existe uma fórmula única. Há objetivos, percursos e necessidades diferentes — e é justamente por isso que uma trajetória de aprendizado precisa fazer sentido para quem a vive.

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